domingo, setembro 18, 2005
Tenho que me dedicar mais em minhas lições de inglês.Mas,essa semana foi dureza,mil coisas pra fazer e ainda por cima,Luquinha ficou doente a gente precisa cuidar de saúde de criança,claro.Ah,ele é meu sobrinho e,durante a semana a mãe dele,minha irmã não pôde levá-lo ao médico.Mas,to ciente que preciso estudar mais e mais.
Essa semana começo a fazer meus exames hormonais.Tenho uns 5 pra fazer.E lá vem as agulhas!!!Ainda bem que não tenho medo delas!!
Meu pai recebeu os resultados duns exames que fez e ainda bem que tudo estava bem...menos a glicose.Deu acima de 256 e agora é preciso cuidar.Mas,ele é dureza!!!Se já tenho que ficar de olho na minha mãe(que é hipertensa)que tá sempre beliscando alguma coisa salgadinha,imagino como será com papai que é MUITO ,MUITO desobediente!!Eita!Agora pareci a mãe deles!!KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Só acreditei porque aconteceu comigo!Dentro do ônibus,meio-dia,um cara mais-que-estressado praguejava contra as festas de aniversário.Poderia ser contra o terrorismo no Oriente Médio,o Katrina ou a corrupção no governo Lula.Mas,ele preferiu festa de aniversário.
"Coisa besta",disse ele.Começou o discurso assim do nada.Uns sentados,outros de pé,passageiros ofertavam o silêncio.Ainda assim o discurso continuava: "Não sei pra que esse negócio de cantar parabéns e soprar vela.Besteira".O silêncio tornava-se cada vez mais ensurdecedor.O homem,ainda mais irritado,passara a praguejar de maneira pouco compreensível.Eram umas palavras desconexas.Sons guturais.Falava pra dentro.
"Vai morrer todo mundo mesmo.Não sei pra que tanta festa de aniversário.Perda de tempo",gritou o infeliz.Pecebeu que seu discurso não tinha eco.Calou-se,baixou a cabeça e começou a chorar baixinho.Depois aumentou o volume do choro.Matou-se a charada.Não é que era aniversário do desgraçado!Contou que ninguém tinha lembrado de seu aniversário no dia anterior.Não lhe fizeram bolo nem deram convencionais tapinhas nas costas.Pronto.Agora sim tinha a tenção solidária dos passageiros.O motorista desviou um pouco o roteiro e parou em frente a um fiteiro.Comprou uma fatia de bolo fofo e uma latinha de refrigerante.Deu pra o homem.Lá atrás,alguém começou a puxar a música tradicional e bem apropriada para a situação: "Parabéns pra vc...".Ainda emocionado,o homem sorriu.Soprou a vela imaginária e houve luz novamente em sua vida,comemorando seus quarenta e poucos anos.Sentiu-se vivo porque lembrado.Tinha perdido a parada,mas isso já não tinha importância.
Essa semana começo a fazer meus exames hormonais.Tenho uns 5 pra fazer.E lá vem as agulhas!!!Ainda bem que não tenho medo delas!!
Meu pai recebeu os resultados duns exames que fez e ainda bem que tudo estava bem...menos a glicose.Deu acima de 256 e agora é preciso cuidar.Mas,ele é dureza!!!Se já tenho que ficar de olho na minha mãe(que é hipertensa)que tá sempre beliscando alguma coisa salgadinha,imagino como será com papai que é MUITO ,MUITO desobediente!!Eita!Agora pareci a mãe deles!!KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Só acreditei porque aconteceu comigo!Dentro do ônibus,meio-dia,um cara mais-que-estressado praguejava contra as festas de aniversário.Poderia ser contra o terrorismo no Oriente Médio,o Katrina ou a corrupção no governo Lula.Mas,ele preferiu festa de aniversário.
"Coisa besta",disse ele.Começou o discurso assim do nada.Uns sentados,outros de pé,passageiros ofertavam o silêncio.Ainda assim o discurso continuava: "Não sei pra que esse negócio de cantar parabéns e soprar vela.Besteira".O silêncio tornava-se cada vez mais ensurdecedor.O homem,ainda mais irritado,passara a praguejar de maneira pouco compreensível.Eram umas palavras desconexas.Sons guturais.Falava pra dentro.
"Vai morrer todo mundo mesmo.Não sei pra que tanta festa de aniversário.Perda de tempo",gritou o infeliz.Pecebeu que seu discurso não tinha eco.Calou-se,baixou a cabeça e começou a chorar baixinho.Depois aumentou o volume do choro.Matou-se a charada.Não é que era aniversário do desgraçado!Contou que ninguém tinha lembrado de seu aniversário no dia anterior.Não lhe fizeram bolo nem deram convencionais tapinhas nas costas.Pronto.Agora sim tinha a tenção solidária dos passageiros.O motorista desviou um pouco o roteiro e parou em frente a um fiteiro.Comprou uma fatia de bolo fofo e uma latinha de refrigerante.Deu pra o homem.Lá atrás,alguém começou a puxar a música tradicional e bem apropriada para a situação: "Parabéns pra vc...".Ainda emocionado,o homem sorriu.Soprou a vela imaginária e houve luz novamente em sua vida,comemorando seus quarenta e poucos anos.Sentiu-se vivo porque lembrado.Tinha perdido a parada,mas isso já não tinha importância.
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