sábado, outubro 29, 2005
Estive uns dias sem fazer nenhum post pra cá.Preguiça.Mas,como diria Xica da Silva "Eu já to acá"...e eu andei pensando um bocado esses dias e ,resolvi fazer uns posts pra explanar sobre O AMOR...isso!!Ele mesmo.Vou botar pra fora umas opiniões que tenho e,claro que não estarei 100% correta,mas...será baseado na minha experiência.
O QUE É O AMOR? Ah,o amor...quem não ouviu falar dele?Mas,será que essa gente sabe que ele é diferente da paixão,que tem que ser aprendido e que dá um trabalhão conquistar?
Sabe aquela emoção que enche o peito,faz ferver o sangue,palpitar o coração?Aquele sentimento que dá vontade de sair dançando e cantando "Singing in the Rain" no meio da rua?Sabe?Pois é.Isso NÃO é amor,não.Pode ser muita coisa boa,menos, amor.Talvez seja paixão,desejo de se fundir no outro,surto emocional ou até mesmo uma mistura explosiva de tudo isso.Prefiro dizer isso logo de cara porque muita gente já confundiu esses sentimentos e não são poucos os poetas,compositores,dramaturgos e cineastas insistem em chamar de amor essa sensação embriagadora.O amor de verdade,começa depois do "The End" e é menos atormentado e impulsivo.Em compensação é mais forte e profundo.
E,já que estamos limpando o terreno,é bom avisar também que o amor de verdade é coisa rara e difícil de ser vivida.Mais: ele não acontece por acaso,nem de repente.E dá trabalho conquistar."A paixão,obra do acaso,brincadeira dos deuses",escreveu o psicanalista Erich Fromm,estudioso no assunto.O amor pode nascer da paixão,mas seguramente não possui a mesma natureza instantânea e efêmera.
EROS E ROLIMÃS
Lembra aquele carrinho de rolimã que a gente adorava quando era criança?Ele pode ajudar a entender o que é o amor - e o que não é.Durante horas a gente colocava graxa nas rodinhas,lixava a madeira,colava adesivos,pintavafaixas onde apoiava o peito,tudo pra depois descer como um bólido no meio da rua,trepidando no asfalto,com aquele barulho...sentindo o gosto da felicidade.Naquela época,eu jurava que amava aquele carrinho e que era a coisa mais importante na vida(as garotas menos aventureiras podem adaptar o exemplo pra suas bonecas!).Se dissesse que não saberia viver sem ele,estaria sendo insincera.Eu amava o carrinho de rolimã.Sabe por que?Me dava prazer.Ali estava Eros,o impulso em direção ao prazer,estimulando "o amor" pelo inocente carrinho.É o mesmo impulso que,mais tarde,me fez apaixonar por um hobby,pela profissão,por um namorado.Eros...Essa foi uma das maiores descobertas do doutor Freud,que rebatizou o deus grego do amor de "libido".Eros é a paixão,o desejo do prazer.Mas,não o amor."De todas as concepções errôneas,a mais poderosa e insidiosa é aquela que afirma que a paixão é sinônimo de amor - ou,pelo menos uma de suas manifestações",diz outroexpert nesse tema,o psiquiatra americano M. Scoot Peck.
EU ME AMO
No estado erótico,ou paixão,somos nós que interessamos.Não importa o que de belo e bom a gente possa fazer pra quem está apaixonado.No fundo,só estamos fazendo isso porque queremos nosso prazer - a qualquer custo.É por que não desejamos nos ariscar a perdê-lo.Seduzimos pra garantir nosso prazer...
Depois tem mais...no próximo capítulo...rs,rs,rs,rs...
O QUE É O AMOR? Ah,o amor...quem não ouviu falar dele?Mas,será que essa gente sabe que ele é diferente da paixão,que tem que ser aprendido e que dá um trabalhão conquistar?
Sabe aquela emoção que enche o peito,faz ferver o sangue,palpitar o coração?Aquele sentimento que dá vontade de sair dançando e cantando "Singing in the Rain" no meio da rua?Sabe?Pois é.Isso NÃO é amor,não.Pode ser muita coisa boa,menos, amor.Talvez seja paixão,desejo de se fundir no outro,surto emocional ou até mesmo uma mistura explosiva de tudo isso.Prefiro dizer isso logo de cara porque muita gente já confundiu esses sentimentos e não são poucos os poetas,compositores,dramaturgos e cineastas insistem em chamar de amor essa sensação embriagadora.O amor de verdade,começa depois do "The End" e é menos atormentado e impulsivo.Em compensação é mais forte e profundo.
E,já que estamos limpando o terreno,é bom avisar também que o amor de verdade é coisa rara e difícil de ser vivida.Mais: ele não acontece por acaso,nem de repente.E dá trabalho conquistar."A paixão,obra do acaso,brincadeira dos deuses",escreveu o psicanalista Erich Fromm,estudioso no assunto.O amor pode nascer da paixão,mas seguramente não possui a mesma natureza instantânea e efêmera.
EROS E ROLIMÃS
Lembra aquele carrinho de rolimã que a gente adorava quando era criança?Ele pode ajudar a entender o que é o amor - e o que não é.Durante horas a gente colocava graxa nas rodinhas,lixava a madeira,colava adesivos,pintavafaixas onde apoiava o peito,tudo pra depois descer como um bólido no meio da rua,trepidando no asfalto,com aquele barulho...sentindo o gosto da felicidade.Naquela época,eu jurava que amava aquele carrinho e que era a coisa mais importante na vida(as garotas menos aventureiras podem adaptar o exemplo pra suas bonecas!).Se dissesse que não saberia viver sem ele,estaria sendo insincera.Eu amava o carrinho de rolimã.Sabe por que?Me dava prazer.Ali estava Eros,o impulso em direção ao prazer,estimulando "o amor" pelo inocente carrinho.É o mesmo impulso que,mais tarde,me fez apaixonar por um hobby,pela profissão,por um namorado.Eros...Essa foi uma das maiores descobertas do doutor Freud,que rebatizou o deus grego do amor de "libido".Eros é a paixão,o desejo do prazer.Mas,não o amor."De todas as concepções errôneas,a mais poderosa e insidiosa é aquela que afirma que a paixão é sinônimo de amor - ou,pelo menos uma de suas manifestações",diz outroexpert nesse tema,o psiquiatra americano M. Scoot Peck.
EU ME AMO
No estado erótico,ou paixão,somos nós que interessamos.Não importa o que de belo e bom a gente possa fazer pra quem está apaixonado.No fundo,só estamos fazendo isso porque queremos nosso prazer - a qualquer custo.É por que não desejamos nos ariscar a perdê-lo.Seduzimos pra garantir nosso prazer...
Depois tem mais...no próximo capítulo...rs,rs,rs,rs...
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