sexta-feira, outubro 21, 2005
Marx disse alienado o homem que de algum modo pertence a outrem.Vias as relações de trabalho apenas.Poderia ter visto a parte afetiva também.Teria assim concluído que faz parte da realização humana esse “pertencer”.O homem tem afeto,amor,laços de parentesco,conterraneidade.Pertence,então a família,pátria,amigos.Este olha de frente ao mundo.Sente que não está sozinho “Pertence”.O inimigo que vier,não será dele somente.Pertencer é assim também segurança,proteção,garantia.Quatro mãos protegem mais do que duas.E,construir a vida é preciso.Ninguém se soerguerá sozinho.”É de sonho e de pó o caminho de um homem só”.Pertencer é preciso.Esse é o sentimento que se derrama nos lábios,cintila nos olhos da adolescente quando,acompanhada dele,passa entre os colegas.Está dizendo que é amada,pertence.
Quem pertence a pessoas,grupos humanos,não mais se pertence totalmente.Não vai aonde quer.Não mora onde quer.Tem deveres,compromissos.Renunciou pra se adaptar.Valeu a pena!Pra que serve a liberdade guardada senão pra o museu das inutilidades?Liberdade é como dinheiro.A gente tem que gastar,se comprometer,trocar por algo que compense a troca.O homem que se guardou livre para pertencer a si somente entrou na aventura do avarento que a vida inteira guardou dinheiro pra jamais gastar.Gaste sua liberdade.Pertença.Como o dinheiro,saiba gasta-la,se comprometer,perder pra ganhar.Essa liberdade existe pra ser gasta mesmo,todinha.Só o amor conseguido compensa a liberdade que se perdeu.É importante construir o amor do casal,da família,da profissão,da causa sindical,da pátria,das causas políticas que apaixonam homens públicos.Gaste essa liberdade até a última gota.Perca-se nessa doação.É melhor se perder no amor do que perder o amor.O amor enriquece quem recebe e sem empobrecer quem dá.
Será que isso é alienação?Então,quando Marx se cuidou,já era um alienado.Tinha esposa,era de grupos militares,doara a sua liberdade a causas maiores e foi menos livre quando pertenceu.E nunca se disse um alienado...
Quem pertence a pessoas,grupos humanos,não mais se pertence totalmente.Não vai aonde quer.Não mora onde quer.Tem deveres,compromissos.Renunciou pra se adaptar.Valeu a pena!Pra que serve a liberdade guardada senão pra o museu das inutilidades?Liberdade é como dinheiro.A gente tem que gastar,se comprometer,trocar por algo que compense a troca.O homem que se guardou livre para pertencer a si somente entrou na aventura do avarento que a vida inteira guardou dinheiro pra jamais gastar.Gaste sua liberdade.Pertença.Como o dinheiro,saiba gasta-la,se comprometer,perder pra ganhar.Essa liberdade existe pra ser gasta mesmo,todinha.Só o amor conseguido compensa a liberdade que se perdeu.É importante construir o amor do casal,da família,da profissão,da causa sindical,da pátria,das causas políticas que apaixonam homens públicos.Gaste essa liberdade até a última gota.Perca-se nessa doação.É melhor se perder no amor do que perder o amor.O amor enriquece quem recebe e sem empobrecer quem dá.
Será que isso é alienação?Então,quando Marx se cuidou,já era um alienado.Tinha esposa,era de grupos militares,doara a sua liberdade a causas maiores e foi menos livre quando pertenceu.E nunca se disse um alienado...
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