domingo, abril 17, 2005
Hoje foi um dia tão bom!Foi super divertido o churrasco pra comemorar o aniversário de Ednaldo.Minha prima Pamella tava aqui em casa passando o fim de semana e eu levei a moça comigo,claro.Gosto da companhia insanamente lúcida dela!Só uma coisa me chateou hoje (mas não tem nada a ver com o aniver!)e nem vale comentar...
Era final da tarde de ontem quando eu me encontrava cascaviando a papelada toda da escrivaninha do meu quarto quando me deparei com um livro de poesias que ganhei na infância, aos 7 anos de idade. Lembro que fiquei tão emocionada naquele dia!Dei pulos de felicidade, pois desde cedo tive essa veia poética dentro de mim.Nesse livro há lindas poesias do Mário Quintana,Vinícius de Morais e Cecília Meireles.Hoje,vou relembrar uma das que mais gosto...
Ninguém me venha dar vida,
Que estou morrendo de amor,
Que estou feliz de morrer,
Que não tenho mal nem dor,
Que estou de sonho ferida, que não me quero curar,
Que estou deixando de ser,
E não me quero encontrar
Que estou dentro de um navio
Que sei que vai naufragar, já não falo e ainda sorrio,porque está perto de mim
O dono verde do mar
Que busquei desde o começo,
E estava apenas no fim.
Corações, por que chorais...
Preparai meu arremesso
Para as algas e os corais.
Fim ditoso, hora feliz:
Guardai meu amor sem preço,
Que só quis a quem não quis.
Cecília Meireles
Era final da tarde de ontem quando eu me encontrava cascaviando a papelada toda da escrivaninha do meu quarto quando me deparei com um livro de poesias que ganhei na infância, aos 7 anos de idade. Lembro que fiquei tão emocionada naquele dia!Dei pulos de felicidade, pois desde cedo tive essa veia poética dentro de mim.Nesse livro há lindas poesias do Mário Quintana,Vinícius de Morais e Cecília Meireles.Hoje,vou relembrar uma das que mais gosto...
Ninguém me venha dar vida,
Que estou morrendo de amor,
Que estou feliz de morrer,
Que não tenho mal nem dor,
Que estou de sonho ferida, que não me quero curar,
Que estou deixando de ser,
E não me quero encontrar
Que estou dentro de um navio
Que sei que vai naufragar, já não falo e ainda sorrio,porque está perto de mim
O dono verde do mar
Que busquei desde o começo,
E estava apenas no fim.
Corações, por que chorais...
Preparai meu arremesso
Para as algas e os corais.
Fim ditoso, hora feliz:
Guardai meu amor sem preço,
Que só quis a quem não quis.
Cecília Meireles
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2 comentários:
Elis,adorei sua lembrança da Cecília Meireles!Também a adoro!Sempre que puder,ponha seus poeminhas também ,moça!
Beijos,Simone
Hi!
Eu também sou fã da Cecília e fazia tempo que não lia nadinha dela.
Sobre o churrasco,quero saber depois.Te ligo.
Beijos,
Jorge
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