domingo, outubro 18, 2009

PostHeaderIcon Menino de oito anos muda de sexo nos EUA e vira tema de documentário




Josie Romero é uma menina de oito anos. Josie já foi Joey, um menino. A história sobre a mudança de sexo e de como isso foi enfrentado pela família da criança, nos Estados Unidos, é tema de um documentário que será transmitido na semana que vem no canal Channel 4, na Inglaterra. Os relatos também estão nos sites dos jornais britânicos (Telegraph, Daily Mail, The Sun) nesta quinta-feira (15) e foram contados no documentário "Sex, lies, and gender", no canal National Geographic, em setembro.

A mãe de Josie, Venessia, diz que, desde que a filha começou a falar, sempre afirmava: "Eu sou uma menina". Os pais a corrigiam: "Não, você é um menino". Josie, à época Joey, insistia em tentar transformar seus brinquedos de garotos em brinquedos de menina. A mãe afirma que a brincadeira preferida da filha era enrolar seus cachecóis na cintura e fingir que eram saias.

A família viveu até o ano passado no Japão. O pai de Josie, Joseph Romero, é engenheiro das Forças Armadas americanas. Quando Josie tinha quatro anos, os Romeros adotaram uma menina chinesa de dois. Os pais temeram que a filha mais velha ficasse com ciúmes, mas dizem que ela gostou muito da chegada de Jade. As duas brincavam como duas garotas.
Venessa afirma que, no início, achava que tinha um filho homossexual. Porém, depois se deu conta que era uma criança transexual. Ela conta que começou a comprar roupas de menino e de menina e deixar o guarda-roupa dividido com as duas opções. Josie sempre optava pelas vestimentas femininas.

Na base militar em que a família morava e as crianças iam à escola, Joseph diz que o preconceito era grande. Ele mesmo afirma que foi difícil aceitar que seu filho era uma menina. Segundo Joseph, o primeiro sentimento que teve foi de que havia perdido seu filho. Depois, percebeu havia ganhado uma filha.


AS IRMÃS
Os Romeros voltaram para os Estados Unidos no ano passado. Josie recebe atendimento médico e psicológico. Ela tomará medicamentos para evitar a puberdade masculina. Quando completar 12 anos, deve ingerir hormônios femininos. A mãe diz que Josie já sabe que terá de passar por uma cirurgia de mudança de sexo quando for adulta. No Arizona, onde vivem, Josie participa de grupos de apoio para famílias de transexuais, incluindo crianças. Ela conta sua história. Venessa diz que a filha é muito feliz por poder compartilhar a sua experiência, para ajudar outros pais e filhos que passam pela mesma situação.

No ano passado, todos os documentos de Josie foram alterados. Ela é considerada, legalmente, uma pessoa do sexo feminino .


O que e que voces acham?

5 comentários:

Mythus disse...

Desculpe o sumiço. Desapareci mesmo.

Sobre o post, muito polêmico. como uma pessoa pode ser caracterizada por transsexual? Qual a diferença disso para homossexual? Este já foi considerado doença, aquele ainda é. E se é doença mental, deve se curar a mente, não? E porque o homossexualismo deixou de ser doença? O hermafrodita é uma questão absolutamente sui generis, tem as duas expressões de sexo. Hoje existe muita gente que diz que a "opção" sexual não é tão opcional assim, buscam um gene misterioso que imprima no indivíduo um comportamento oposto ao determinado genotipicamente. Atualmente, toda essa discussão passa ao largo da lógica. É puramente ideológica, seja em qual fundamento se sustente: religioso, científico, psicológico, libertário, etc. Seja qual for a opinião que se professe, haverá um grupo a apoiar-lhe e outros a lhe criticar ferrenhamente.

Sonhar é Preciso disse...

Oxe...no Ceará não tem disso não.

Anônimo disse...

Acho bem complicado emitir qualquer tipo de opinião ou julgamento nestes casos...Afinal ninguém descobriu as causas que nos levam a ser diferentes e, em alguns casos, como neste, muito diferentes.Feliz de quem pode resolver este problema.Quando digo resolver, me refiro ao lado material, ter dinheiro para "transformar" uma menina que nasceu aprisionado num corpo de menino ou vice-versa.Mas será que não devemos viver no e com o corpo que nascemos?
Ai isto é muito complicado!

Tina de Tubarão SC

Fernanda disse...

Demasiado complexo, com certeza um caso cheio de informações que nos são alheias, para julgarmos, do exterior. Acredito que pessoas nascem dentro do corpo errado; como acredito na reencarnação, isso explica muitos problemas, como este. Também creio, que os pais fizeram, e estão a fazer o melhor pela criança. Só espera que ela seja feliz, como qualquer criança deve ser.

Beijos, Elis!

rose disse...

Oi,Elis, li sua entrevista no expatriados e agora estou viajando pelo seu blog ^^ Parabens pela linda familia!! sobre o post, qdo minha filha tinha 3 anos e entrou na creche d japao, tbm tinha uma coleguinha q se recusava a se achar menina,na cerimonia de formatura da creche foi vestida de menino,entrou p escolinha d futebol aos 6 anos e agora, cm 11 anos, essa coleguinha,mesmo tendo consciencia q eh do sexo feminino continua se vestindo so cm roupas de menino e quem nao conhece nem imagina q seja menina, tanto q nos jogos esportivos da escola, qdo correm revezamento,em grupos d sexo separado, muita gente fica perguntando pq tem um menino correndo no grupo das meninas....
mas faco minha tbm os comentarios anteriores: acho q os pais estao fazendo o q eh melhor p a crianca e feliz eh aquele q teem condicoes materiais p resolver o problema! e sim, seja qual for a opiniao q se professe, sempre havera os q apoiem e os q lhe critiquem terrivelmente. acho q so conhecendo d perto um caso assim pra, nao digo entender,mas pelo menos p nao ter uma opiniao radical qto ao assunto.
Abraco a todos, bjos Elis,tudo de bom

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